sábado, 3 de dezembro de 2016

Feito! Época 2016 concluída. Venha 2017!

Half de Sevilha
Está feita a época de 2016. Concluí-a no passado dia 15 de Novembro, no Iberman (distância half Ironman) que decorreu em terras espanholas.
Foi uma época totalmente focada na minha participação no Ironman Wales. O objectivo passava por alcançar um registo na casa das 10h40' - que considerava adequado ao tipo de percurso galês e, atentos os resultados anteriores naquela competição, me permitiria obter uma slot para no ano de 2017 poder competir no Ironman Kona, no Hawaii.

V.R.S. António
Concluí a prova em 10h45', apenas mais 5' do que o meu objectivo inicial. Fiquei a escassos 5 lugares e menos de 10' da dita slot. Estes são objectivos que não dependem exclusivamente da nossa prestação mas também da dos restantes atletas. O meu registo em 2015 seria premiado, este ano não o foi. Enfim, voltaremos a tentar, e se possível iremos mais fortes.

Por esse motivo, optei por competir pouco durante a época e, quando o fiz, fi-lo essencialmente na distância longa, afinal o tipo de prova que me dá mais gozo fazer.
Iniciei a época em V.R. de St. António, na distância Sprint, depois de na véspera ter realizado um treino de ciclismo de 200Km a solo. As sensações na prova foram boas e deram para perceber que ia encontrando as competências necessárias para correr com alguma desenvoltura depois de grandes cargas de ciclismo, como num Ironman.´



Sabugal, início do segmento de ciclismo
A prova seguinte foi um half. Uma das provas de que mais gosto: half de Sevilha. 36º da geral, 9º do escalão (dos 40 aos 49), com 4h56'. Prova onde o segmento de natação foi sem fato, e na qual fiz um registo de ciclismo de boa qualidade, tendo ficado bastante satisfeito no final.
Quinze dias depois voltava à acção, voltava à meia-distância e voltava a Espanha. Desta vez Olivenza, onde fiz 11º absoluto e 2º do escalão.


Examinando a classificação em Olivenza
Outros quinze dias volvidos e chegava o momento do fim-de-semana duplo em Sabugal. No Sábado na distância Olímpica, no Domingo estafeta de equipas, onde com os meus colegas de equipa Lamego e Romão, alcançámos o terceiro lugar do pódio pelo Sport Algés e Dafundo.

Haveria de apenas competir por apenas uma vez mais, antes do grande objectivo galês. Foi no sprint de Oeiras, a prova do concelho, quase obrigatória




Regressaremos!
É agora altura de planear 2017. O regresso a Wales será uma realidade, tal como o regresso ao Half de Sevilha. Outra prova em que também já me inscrevi é o Half de Setúbal. Ficam portanto ainda uns quantos espaços por preencher, o que acontecerá, fundamentalmente, em função da preparação para o IM Wales.










segunda-feira, 7 de novembro de 2016

N2 - crónica

N2 a estrada mítica
A minha avó Amélia era natural de uma aldeia do concelho da Sertã: a Aldeia Fundeira da Ribeira. Desde muito cedo que a dita aldeia era um dos meus locais de férias. Numa altura em que a única autoestrada do país ligava Lisboa a Aveiras de Cima era um fascínio para o puto Fernando ver na Sertã marcos de estrada com a indicação Chaves | Faro e saber que aquela estrada cruzava o país de norte a sul.

Já havia percorrido alguns troços da mesma de bicicleta, ou até de carro. Mas, fazê-la de ponta a ponta andava a regurgitar-me na mente fazia tempo.

A data acabou de ser marcada num momento triste, da perda de um amigo (que seguramente gostaria de a ter pedalado connosco), mas onde percebemos que há coisas que temos mesmo de fazer e de desfrutar durante a nossa passagem no mundo.

 

Dia 01 | Chaves-Viseu | 171Km - 3057m d+

A sair das instalações dos Bombeiros de Chaves
Depois de no dia anterior termos realizado uma longa viagem, com paragem para um extravagante jantar em Moscoso, no restaurante Nariz do Mundo, estávamos em Chaves e preparados para o grande momento. Sentia-se no ar toda a excitação da partida.

A primeira etapa terá sido, talvez, a mais bela das etapas, com passagens em locais que não conhecia e com o fascínio das encostas do Douro.


Foi também o dia em que fizemos a mais longa subida de toda a jornada - 30Km, entre Peso da Régua-Lamego-Bigorne, localidade esta onde atingimos o ponto de maior cota, cerca dos 1000m.

Estradas boas, pouco trânsito, vistas magníficas e lá chegámos a Viseu.

Dia 02 | Viseu-Sertã | 167Km - 2410m d+

Aproximação a Santa Comba Dão
O segundo dia estava aí. Tínhamos pela frente aquela que considero ser a parte mais complicada do trajecto, que engloba duas incursões no IP3 para utilização de pontes para cruzar o rio.

A estrada bordeja o IP3, com passagens várias em túneis e viadutos. É estreita, de bom piso mas não tem carro algum. A partir de Penacova, deixamos o IP3 para trás e subimos para Vila Nova de Poiares entrando noutra dimensão da N2.

Fizemos então uma paragem durante a qual comi uma sopa. Soube bem, mas a meia hora seguinte não foi fácil a digerir couves. A coisa compôs pouco depois e entrámos na zona de serra, a partir de Góis. Chegados ao alto na N2, perto de Amieiros, tínhamos a vida facilitada, não obstante algum sobe e desce, que fez alguma mossa no grupo e nos obrigou a moderar o andamento até à belíssima vila da Sertã.
 

Dia 03| Sertã-Torrão| 218Km - 3149m d+

Aproximação a Vila de Rei
200Km é sempre uma cifra respeitável quando se fala em andar de bicicleta. Se a isso juntarmos as serras entre Sertã e Abrantes aumentamos, consideravelmente,  o nível de dificuldade. Fugimos à variante da N2 seguindo a belíssima rota antiga, mais sinuosa e com altimetria superior. Mas a estrada é excelente, sem trânsito e com belas vistas sobre as ribeiras que serpenteiam nos vales.


Abrantes marca uma completa mudança de paisagem que passa a ser mais plana e mais desinteressante. Tive uma avaria, perto de Bemposta. O cabo das mudanças traseiras partiu-se dentro da maneta o que dificultava a reparação no local. Consegui afinar as coisas para ficar com 39*13 e 53*13 e assim cheguei a Ponte de Sôr, onde consegui resolver numa oficina local.

Os restantes quilómetros não são de todo interessantes. Grandes rectas num sobe e desce ligeiro, mas massacrante, associadas a uma paisagem monótona. Depois de cruzarmos Montemor-o-Novo o pavimento da estrada melhorava ligeiramente e a média subia até ao Torrão, onde pernoitámos.

 

Dia 04 | Torrão-Faro | 173Km - 2067m d+


Faro é já ali...
Foi difícil. Depois da primeira hora de pedaleio o vento sul, contra portanto, marcava presença. O pavimento da estrada era também o pior de toda a N2 e, não obstante toda a entreajuda dentro do grupo, as coisas não estavam fáceis.

Foi então que apareceu ao nosso encontro, um grupo de Almodôvar - os Toka a Rolar, que nos dava uma ajuda preciosa, protegendo-nos do vento, impondo um ritmo confortável, e conversando sobre aspectos da paixão comum: as bikes. Serão para sempre lembrados por todos nós.

Depois de uma paragem em Almodôvar e da despedida dos "Toka a Rolar" as coisas melhoravam imenso. Era com enorme ânimo e disponibilidade que enfrentávamos a Serra do Caldeirão, a última dificuldade da rota. De tal maneira que os últimos quilómetros, bem rolantes, eram feitos a velocidades bem elevadas, a bater muitas vezes nos 50Km/h.

Esperáva-nos em Faro o último marco da N2 e uma hospitalidade enorme dos Bombeiros Municipais locais. Bem-hajam!
 
 

Um grupo de eleição


O grupo
A estrada mítica é desafiante e o tempo esteve divinal. Mas, sem as pessoas certas, nada disto teria tido piada.
Juntou-se um grupo perfeito, quer na entreajuda na superação das dificuldades da estrada, como nos momentos de convívio que se seguiam. Tudo isto enquadrado por uma equipa de logística perfeita.




 
Paulo Lamego, que operacionalizou uma ideia com toda a sua dimensão de Comandante, Carlos Viana, José Freire, Vitor Araújo, Marco, Ricardo Silva, João Serôdio e Pedro Machado foram os meus companheiros de viagem. Na logística, perfeita e fundamental, José Luís, Leandro, Nuno e Rita.

* a viagem foi acompanhada por Mário Galego, jornalista da Antena 1, que produziu uma reportagem a emitir no dia 09/Novembro, pelas 19h00.
* em breve publicarei também um video com as melhores imagens do evento.

* no final começava a fase das ideias estúpidas... fazer o Faro-Chaves! :-)





 


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Ironman Wales. Feito!


Já está. Cumprido o meu 3º Ironman. Foi no passado Domingo, em Tenby, Wales.

Porquê Wales?

Por vários motivos. Porque me agradava a altura do ano, porque era relativamente acessível, porque a minha prima Cristina é proprietária de um Turismo Rural por aquelas bandas  - Abbey Cottages, porque o segmento de ciclismo é bastante selectivo, porque desde puto que gosto do País de Gales - a equipa pela qual então torcia, no Torneio das 5 Nações em Rugby, porque achava que devia a mim próprio competir numa prova do verdadeiro circuito Ironman e tentar, por uma vez que fosse, a dita slot para o Hawaii.

A preparação

Tratei desde logo de todos os detalhes. O principal foi a ajuda do Paulo Conde enquanto treinador - http://www.ironconde.com . Mesmo sendo eu da área do treino, nada melhor do que a figura do treinador para nos ajudar nesta longa preparação. Depois a companhia do meu colega de equipa Carlos Maia com quem partilhei milhares de quilómetros de treino. Palavra de agradecimento também para os meus restantes colegas de equipa do Triatlo Algés, que foram excelente companhia durante os 9 meses de preparação.

O ambiente

 
Fantástico e arrepiante com uma poderosa máquina organizativa por trás. Ainda que, em determinados detalhes, pudesse ser melhorada: mais massagistas no final e zonas de transição alcatifadas.

Dormimos a noite antes da prova em Tenby, num B&B localizado a 5' do local de partida, para nos facilitar a logística e estarmos assim mais descansados e tranquilos.

A prova

O segmento de natação foi disputado em duas voltas, com saída da água entre elas. Mar calmo, sem ondas, mas alguma corrente contrária até à boia nº 1. Inúmeras alforrecas que, tanto quanto sei, não causaram danos. Nadei ao meu nível, para 1h05, nuns 3,8Km algo curtos.

Esperava um ciclismo demolidor. Tive um ciclismo demolidor. Sobe e desce permanente e com zonas técnicas, sempre a meter mudanças e a utilizar, muitas vezes, os andamentos mais leves - 39*27. Subidas a 22% por contraponto com descidas a 75Km/h. Tudo isto em paisagens magníficas ou em zonas urbanas (pouco) com público fantástico. A subida dos 22% - St. Brides Climb, assemelhava-se à histeria colectiva vivida nas rampas do Tour de France...
Aprendi também, num cartaz por alguém colocado noutra das duras subidas do dia, que: "Pain is the French word for bread..." :-)


video


A corrida estava alinhada com o ciclismo. Subidas, descidas e curvas a 90º nas zonas urbanas. A atmosfera criada pelo público era qualquer coisa de inarrável.

A prestação

Atenta a dificuldade da prova, tinha apontado para um tempo final de 10h40. Gastei mais 5'. Acreditava ser possível trazer a desejada slot de acesso ao Hawaii. Fiquei a cerca de 10' dela. Uma margem que demonstra que não era um objectivo impossível. Antes pelo contrário.


Pode ser que haja outra oportunidade!

Para já, deixo aqui a minha estatística.

E deixo um agradecimento especial para o João Serôdio e Rita Ramos, totalistas a acompanharem as minhas incursões na distância Ironman e que proporcionam um apoio determinante; e para o Carlos Maia que alinhou neste longo caminho até à passadeira vermelha do Ironman Wales.

Estou satisfeito.







quinta-feira, 14 de julho de 2016

Notícias!

Pedro Santos, com quem disputei até à última volta a vitória no escalão
Desde há umas largas semanas que ando algo afastado do meu blog. Por nenhum motivo em especial. Apenas porque a minha veia prósica anda algo fugidia.

A última contribuição aconteceu na sequência da minha participação no Triatlo de Sevilha. Desde então competi mais uma ou outra vez, mas tenho, sobretudo, focado os meus esforços na preparação do Ironman Wales, que acontecerá em meados de Setembro.


Cerca de 15 dias após o Half de Sevilha, foi tempo de rumar novamente a Espanha para competir outra vez na distância half-Ironman, na primeira edição do Triatlo de Olivenza. Natação no Guadiana, mesmo em frente à fortaleza de Juromenha, um circuito de ciclismo em que, devido ao vento, era mais fácil cumprir o trajecto a subir do que a descer, e uma corrida urbana muito sinuosa.

O meu escalão era alargado, 40-49 anos, logo muito mais competitivo, mas mesmo assim consegui a segunda posição, atrás do Pedro Santos da SFRAA, ficando na 11ª posição da geral.


Em acção no Sabugal durante a prova de estafetas
Volvidos outros 15 dias, de novo a caminho da fronteira. Contudo, desta vez era para ficar do lado de cá. Triatlo do Sabugal, com prova na distância olímpica no Sábado e uma estafeta uper Sprint no Domingo. No Sábado senti-me algo cansado e fiquei aquém das minhas expectativas, especialmente no segmento de ciclismo. No Domingo, juntamente com o Paulo Lamego e o Luís Romão alcançámos o terceiro lugar do pódio no escalão Veteranos.
O Triatlo de Oeiras foi a competição seguinte. Uma prova esquisita, com uma corrente favorável no segmento de natação, que o tornou muito rápido. Depois, prego a fundo no ciclismo e a corrida a ficar novamente aquém dos ritmos de que sou capaz. Por um lado, devido à fadiga instalada durante o ciclismo, por outro, porque ando a treinar para ritmos muito mais tranquilos do que aqueles em que se corre numa prova sprint.
Chegada ao sprint em Oeiras

Mas, nem só de triatlo viveu este período. Fiz também 3 competições de natação.
A primeira delas foi o Campeonato Nacional de Águas Abertas, em Aldeia do Mato - Tomar, na distância de 1,5Km. Prova que teve como aliciante o facto de me ter deslocado de bicicleta até lá. 150Km certinhos, desde a porta de casa, com vento frontal, mas sempre a bons ritmos.

Ainda nas águas abertas, a Travessia Bessone, na distância de 2,5Km, ligando Paço d'Arcos a Oeiras. Feita sempre ao sabor da corrente, pelo que se cumpre a distância rapidamente. Tanto mais depressa quanto mais rápida for a zona de corrente que conseguimos apanhar. O difícil mesmo é acertar com a entrada da Marina de Oeiras.

Equipa Master do SAD - autênticas forças da natureza!
E por fim, no ido fim-de-semana, o Open de Masters em Piscina - Loulé, no qual nadei 6 provas: 800L, 400L, 200, 200B, 100B e 50B. À exclusão dos 800L todos os restantes desempenhos ficaram aquém das minhas expectativas, piorando de forma significativa os meus registos relativamente ao ano passado. Mas, analisados os factos, estranho seria ter acontecido o contrário, pois a natação não tem sido a minha prioridade e todo o treino tem estado focado para uma prova que levará 10h00 a 11h00 de duração ao invés destas, que demoram 2' ou 3'. Ficam os bons momentos de treino e de convívio.

Para já não tenho nenhuma competição prevista. Se assim for, a próxima será mesmo o Ironman Wales, a 18 de Setembro em Tenby! E estou cheio de vontade para um bom desempenho em Gales... A ver vamos!



segunda-feira, 2 de maio de 2016

Half de Sevilha

A cidade andaluz de Sevilha começa a ser um dos meus destinos mais frequentes em participações desportivas internacionais. Já por lá completei quatro maratonas e este fim-de-semana voltei a competir em triatlo, pela segunda vez, de novo na distância half Ironman.


1900m de natação no Guadalquivir, sem fato
A prova tem a particularidade da partida acontecer pelas 15h30'. Não estamos muito habituados a este horário, mas tem a vantagem de afastar a corrida final das horas de maior calor.
 
Cycling, checked!

No segmento de natação, disputado sem fato, aprendi com o erro do ano passado e posicionei-me melhor à partida. Saí do lado exterior, assumindo fazer mais metros, mas nadar mais tranquilo. Praticamente sem qualquer contacto físico, concluí com 37' os 1900m do percurso de duas voltas.
Entrada para a segunda volta de corrida: 10Km para o fim
Feito! :-)
Chegava a vez do ciclismo e de pôr à prova todo o treino feito desde há alguns meses. Apenas com o cuidado de não deixar a frequência cardíaca sair da zona pretendida, lá fui na minha missão de recuperação de posições, a qual foi bastante bem sucedida, pois ganhei 194 lugares.

O ciclismo de Sevilha, não apresentando nenhuma dificuldade particular, é no seu todo demolidor e deixa muitos estragos nos atletas. O percurso é um sobe e desce permanente, bastante exposto ao vento e ao calor. Quem andar mais do que aquilo que vale e quem não se hidratar e nutrir convenientemente pagará uma factura bem elevada na corrida final. Cumpri o segmento com a boa média de 34,6 Km/h.

Sem legenda! :-)
Chegava para a corrida final na posição absoluta 34. Durante a transição cometi um erro: esqueci os meus géis na zona de transição e segui sem nutrição. Quando dei conta não quis voltar atrás assumindo ir correr o risco de utilizar os disponibilizados pela organização.

A transbordar estilo na Andaluzia!
Comecei a correr entre 3'55"/Km e 4'00"/Km, com algum conforto. Entretanto tive necessidade de parar para um xixi técnico e reatei a corrida ingerindo um dos tais géis da organização... Asneira! De facto, não é só por se designar gel energético que um produto é adequado para este tipo de actividade. Aquele, de todo, era mau. O ritmo caiu para 4'30" e o mal estar no estômago instalou-se. Andei assim cerca de 4Km, até a coisa se recompor e reentrar em ritmos mais interessantes, na casa dos 4'10"/20".

A chegada à zona de meta foi feita com enorme satisfação e felicidade. Não por nada de especial, até porque já completei inúmeros triatlos nesta distância mas, pela memória que tinha do que havia sofrido na corrida da edição anterior. Desta vez, dificilmente conseguiria estar mais satisfeito.

No final 36º da geral, com o registo de 4h56'26". Fui ainda 9º de um escalão que englobava uma faixa etária de 10 anos (40-49) e englobava um terço dos atletas em competição. Fiz cerca de 50' menos do que a média dos atletas do meu escalão e em termos de equipas, o meu Sport Algés e Dafundo apenas foi superado pela equipa, também portuguesa, da Portinado.

Poderão pensar que um registo de 4h56' dista bastante da minha melhor marca na distância - 4h24'. É um facto, mas são provas com segmentos de ciclismo incomparáveis, e aí reside toda a diferença.

A próxima será em Olivenza, Espanha... já daqui a 15 dias.

Fotos da Rita Ramos