domingo, 13 de novembro de 2011

A onda estava no céu!


Hoje estive na tão recentemente mediatizada Nazaré, pela onda gigante surfada, e de que maneira, pelo Garret Macnamara.

Mas desta vez não havia ondas e o motivo não era o surf, mas antes, a meia maratona local, prova onde em 2006 estabeleci a minha melhor marca pessoal na distância, então 1h15'13". Desta vez sabia que nem lá perto podia chegar. Queria apenas cumprir a distância, sem maleitas físicas, na casa da 1h21/22, qualquer coisa perto de 3'55"/Km.

Não tinha o melhor dos lugares à partida mas isso também não interessava muito. De qualquer modo saí com relativa facilidade para o ritmo pretendido, depois da partida abençoada pelo Sol, e pela Rosa Mota, um dos nossos grandes ícones desportivos que, anualmente, dá a partida na emblemática prova nazarena.

As condições de corrida não estavam fáceis. Os primeiros 5Km com a tradicional volta à Nazaré e, os 7Km seguintes, com o vento no nariz e ligeiramente a subir. Acrescia também uma rampa assassina, para acesso à nova variante, que constitui a parte nova do percurso.

Fui sempre conservador, em busca do meu objectivo, o qual consegui concretizar com sucesso. A total ausência de dores musculares e um tempo de 1h22'50" deixaram-me bastante satisfeito.

No regresso, a tal onda do Macnamara caiu do céu. Foi uma viagem em que o carro mais parecia um... submarino.

Vamos continuar. Sevilha está a 14 semanas de distância.

domingo, 30 de outubro de 2011

A meia de Almeirim que só teve 6Km


Esta história começa a irritar-me e merece uma análise cuidada sobre as causas desta sequência de "toques" musculares. Uma vez mais os isqueotibiais claudicaram.

Saí tranquilo, a rolar a 3'45". À passagem dos 6Km um "caranguejo" agarrado à coxa. Como a meta era ali mesmo, decidi ficar, não forçando e agravando a situação.

Enfim, amanhã começa o treino para a Maratona de Sevilha. Há que começar de forma tranquila e ver se não há mais estragos pelo caminho! Este ano tem sido demais!

domingo, 23 de outubro de 2011

Corrida do Tejo


Apesar dos avisos da Meteorologia, de mudança de tempo, a manhã esteve de encomenda para correr. Não fosse uma ligeira brisa de sudoeste diria que estava mesmo perfeita.

Mas perfeita não foi a minha corrida. Senti-me cansado, muito moído do treino de ginásio da véspera.

Ia com o fito de correr ligeiramente abaixo dos 37'00. Tinha uma pulseira negra que me permitiu sair na frente mas, de todo, não estava em condições de fazer melhor. Os primeiros 5 Km ainda foram dobrados em 18'36", mas no final não fiz melhor do que 38'17. Foram mais 22" do que o ano passado e o pior registo dos últimos 5 anos na Corrida do Tejo.

Em suma, os quilómetros estão a fazer falta.

domingo, 16 de outubro de 2011

Corrida do Sporting



Hoje participei na corrida do Sporting. Ainda naquilo que é a pré-preparação para a Maratona de Sevilha, lá fui, para espevitar o meu andamento.






Sabia que, nesta altura, não valeria mais de 37'30". Parti numa zona com demasiado tráfego, numa partida pouco limpa. Só depois do primeiro quilómetro consegui correr normalmente. Aí abusei e tive de refrear o ímpeto. Fiz 37'06. Fiquei satisfeito.






Para a semana será a Corrida do Tejo.






segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Carmo vs Carmo


Após 15 dias condicionado acabei por decidir adiar o meu final de época. O motivo foi, tão só, o facto do meu filho Gonçalo pretender competir na prova do Campeonato Nacional de Juvenis - Triatlo, que decorreu em Abrantes este domingo. Assim, já que ia com ele até lá, faria também a prova, em ritmo de gestão, naquele que seria o nosso segundo confronto familiar na modalidade.

De facto, para além da mais fraca preparação neste momento da já longa época, aquela não é de todo a minha distância, ainda para mais quando ao lado de um bando de putos enfurecidos que anda nas horas.

Cumpri os 350m de natação em 5'53" a nadar de fato, longe dos 4'04" do Gonçalo, 3º a sair da água (1º sem fato). A diferença estava desde logo feita, pois neste segmento as suas semelhanças comigo são... nenhumas. No ciclismo andei o possível, sempre a passar gente, num percurso sem dificuldades de maior, cumprido com 12º tempo do dia e ganhando 21" ao Gonçalo. Ele viu-se envolvido num pequeno incidente, num dos retornos e acabou por perder o grupo da liderança. No final, uma corrida mal medida, onde geri as minhas mazelas musculares, num ritmo moderado e onde perdi mais 10" para o Gonçalo.

Nenhum de nós regressou de Abrantes satisfeito com o desempenhos, mas fomos essencialmente para desfrutar e isso foi alcançado.

Fica o tempo de cuidar as mazelas e de começar a preparar os próximos grandes desafios de 2012: a Maratona de Sevilha e uma aposta mais forte no Triatlo de Longa Distância.

A foto foi sacada pela Rita Ramos ou pelo João Serôdio... Duas máquinas, a mesma equipa!