sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Ponto de situação


Faltam 44 dias para a Maratona de Roma!

Desde a S. Silvestre da Amadora não mais competi. De qualquer forma, ainda que sem alcançar o volume previsto, tenho cumprido, tanto os treinos de qualidade como os longos que tanta importância revestem nestas coisas da Maratona.

Até que tenho ficado satisfeito com a evolução alcançada e, sobretudo, com o facto de a lesão dos isquiotibiais, que há um ano me atormentava, parecer agora definitivamente debelada.

Tenho também equilibrado as coisas com a natação e, no passado fim-de-semana, participei mesmo no Open de Inverno de Masters, no qual nadei os 400L, 100L e 100B.

Para a semana entrarei no mais duro dos mesociclos de treino. Serão 4 semanas, as 3 primeiras de carga da boa. Vamos ver como o corpo aguenta e, sobretudo, como reage. Para já, perspectivo uma marca na casa das 2h45. Vejamos como farei a revisão dessa previsão, daqui por 4 semanas.

domingo, 2 de janeiro de 2011

S. Silvestre da Amadora


A tradição ainda é o que era. Logo, seguindo a tradição, lá fui até à Amadora para a última corrida do ano. É também tradição não chegar a horas a esta prova e, mantendo a tradição, lá tive de deixar o carro na Brandoa e correr 3 Kms até à zona de partida.

Consegui manter um ritmo bem vivo e integrar-me num grupo até cerca dos 7,5Km de prova. Aí, com o início da descida, não consegui soltar o andamento o suficiente para os acompanhar.

Fiz um registo interessante, de 36'34", precisamente mais vinte segundos do que necessitei no anterior, com cerca de um mês de avanço na preparação, mas numa semana de muita carga. Acabei em 68º da geral e 10º do Escalão que, ao que parece, dá um prémio de compras no Continente!

Entramos agora no microcilo de regeneração do segundo mesociclo. As coisas vão começar a apertar. O destino é Roma, no dia 20 de Março.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Frio alfacinha


Uma noite fria na sempre bela Lisboa, mais bela ainda com os enfeites de Natal e com a massa humana que encheu as ruas da Baixa. Das maiores vedetas aos corredores de pelotão, numa corrida bem organizada, mas ainda com margem de progressão (parabéns Hugo Sousa).

Fiquei bastante satisfeito. Não com o resultado em si (36'17" reais), mas com as sensações durante e após a prova. Mais dificuldades na subida, e também na descida da Av. da Liberdade. De resto, sempre em pleno.

Foi um bom corolário para uma semana em que consegui, finalmente, correr todos os dias, e num dia que abriu com 2h de ciclismo matinal.

A seguir... outra S. Silvestre, mas desta vez na Amadora, antes de dobrar o ano!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Lips no Tróia-Sagres 2010


Na mitologia grega, os ventos eram 9 deuses. Éolo, deus dos ventos, comandava todos os outros ventos; tanto as brisas leves quanto as piores tempestades. A cada um dos outros deuses era atribuído uma direcção cardinal e, o Sudoeste do passado Sábado era da responsabilidade de um tal de Lips. Em suma... o gajo foi bem desagradável!

Havia 6 anos que não fazia o Tróia-Sagres. Desta vez, desafiei os meus camaradas de armas do Triatlo, no CN CVG, para nos fazermos à estrada. Repto aceite, lá nos montámos nas máquinas (todas de estrada) cerca das 8h45 de Sábado, junto à saída do novo cais dos ferry-boats de Setúbal.

Encaixámos num grupo numeroso e com bom andamento logo aos primeiros quilómetros. Esse grupo só se desfez em Sines, pois cada um tinha os seus abastecimentos em locais e tempos diferentes. À saída de Sines éramos apenas 6. Rapidamente decidimos subdividir o grupo em dois, no sentido de podermos optimizar o andamento de cada um. Acabou talvez, por ser o melhor período, pois o Pedro Machado, o David Maia e eu próprio conseguimos um bom entendimento e ir puxando à vez a cada 2Km. Foi assim até pouco antes do Rogil, onde voltámos a apanhar aquele grupo inicial.

Aqui parámos para reabastecer e acabei por comer aquilo que sabia que não devia. Resultado: uma valente marretada após 5Km, que me fez reduzir o andamento de forma muito significativa. Tive de, rapidamente, me alimentar de novo e recuperar na rápida descida para a Carrapateira.

Enfrentávamos agora a última dificuldade do dia. O Pedro tinha descolado um pouco antes, com cãibras. O David foi uma ajuda preciosa neste momento, impondo um ritmo vivo, que me permitia seguir na sua roda. Chegaríamos ao destino após 6h30 a pedalar, com uma média de 30,6Km/h. Para a história, deixo os meus 9 registos naquele trajecto:
  • 2010 - 6h30 -
  • 2004 - 5h45 - (record pessoal) - novo record do evento ficou estabelecido em 5h37
  • 2003 - 6h11 - (record pessoal) - novo record do evento ficou estabelecido em 5h55
  • 2002 - 6h17 - (record pessoal) - novo record do evento ficou estabelecido em 6h04
  • 2001 - 6h42 -
  • 2000 - 6h23 - (record evento)
  • 1999 - 7h20 -
  • 1998 - 6h32 - (record evento)
  • 1997 - 6h38 - (record evento)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Miserável


1h28'25" era um tempo que já há muito não constava dos meus registos na meia-maratona.
O aquecimento terá sido um pouquito exagerado. Foram 6Km, a 4'20"/Km, desde a chegada da prova, no Estádio 1º de Maio, à zona de partida, instalada no Cais do Sodré.

Depois a prova, marcada por um vento muito forte e feita sem qualquer abastecimento que não água. Resumo: ao Km15 acabou o combustível e foi a penar, Almirante Reis acima, até chegar ao fim. Ainda abanei o depósito, mas já não havia gota.

Deu para treino, mas nem serviu para aferir bem do momento actual. Registo final, muito opaco, com o 44º lugar e 9º do escalão.

A seguir: Tróia-Sagres: 202 Kms de bicicleta até ao Algarve, no dia 11.