A uma semana de distância da Maratona de Sevilha ontem foi dia para mais 18Km, corridos à beira-rio, sem pressas.
Com o João Lourenço, Pedro Machado, Ana Teresa Machado, Luís Santos e João Serôdio, fomos do Estádio do Jamor à Ponte 25 de Abril e tornámos. A chuva foi sempre companheira do treino e o vento desagradável, contrário ao movimento, juntou-se-nos no regresso.
Digno de nota o facto de nos termos cruzado com outros atletas em treino, alguns dos quais envergando apenas uma miserável T-Shirt. Das duas uma, ou eles são loucos ou eu estou velho. E como alguns aparentavam ser mais velhos do que eu, fico-me pela primeira das teses: eles são loucos. Quem vai treinar num dia chuvoso de Inverno, apenas com uma T-Shirt sobre o pêlo?
A presente semana será composta por treinos curtos, muito curtos e pouco intensos e um dia na pista, para aferir a velocidade de competição. De resto, será mais uma presença na Maratona - a nona, com o pensamento a fervilhar no desafio IronMan, em Outubro próximo.
Em Sevilha terei o dorsal nº 165, correspondente a um lugar na box Sub 2h45', logo atrás dos Elites! Para tal foi válido o tempo obtido o ano passado, naquela mesma prova. Quem quiser acompanhar o meu desempenho em directo poderá fazê-lo clicando aqui.
Fica o registo do meu Garmin.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Bom ensaio em Cascais
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| Durante a volta inicial, dentro da Vila de Cascais |
Parti no meio do pelotão e, obviamente, acabei por ficar sozinho, pois era mais rápido do que os atletas que por ali andavam e aqueles que têm ritmo semelhante ao meu iam já mais à frente, ainda assim, em linha de vista na estrada do Guincho. Contudo, decidi não forçar o andamento para tentar aproximar-me, uma vez que, sozinho, contra o vento, seria tarefa bem difícil e iria comprometer os objectivos a que me tinha proposto.
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| Depois do retorno, perto do Km 15 |
Acabei por correr muito tranquilo, a 3'46"/Km de média. Nos últimos quilómetros fui alcançado por um atleta que veio de trás e decidi seguir com ele, recuperando então vários lugares e correndo alguns troços na casa dos 3'30"/Km.
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| Ao fundo, o atleta que me haveria de alcançar e com quem segui nos quilómetros finais |
Agora, são 15 dias a aliviar a carga que, infelizmente, não chegou aos níveis previstos. O trabalho foi feito, agora é tempo de colher os frutos, sejam eles quais tiverem de ser.
No final, 1h16'47 para os 20Km do percurso (com 150m extra), o que correspondeu ao 59º posto da geral entre 1966 atletas e 9º do Escalão.
As fotos, de que gosto muito, foram tiradas pelo Vitor Bastos (obrigado)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Um punhado de novidades
Os dias que passaram foram férteis em novidades. Várias coisas aconteceram e algumas decisões foram por mim tomadas, atento o facto de ter tido de alterar os meus planos desportivos, inicialmente previstos para 2013.
Na Federação de Triatlo realizou-se, recentemente, a eleição para os delegados constituintes da Assembleia-Geral. Fui candidato enquanto representante dos atletas e, também, enquanto representante dos treinadores. Em ambas as categorias, obtive os votos suficientes para ser eleito. Tive assim de optar, e fi-lo pela primeira categoria. Sou assim delegado representante dos atletas no próximo biénio.
No dia seguinte, à tarde foi altura para distribuição dos prémios relativos à temporada de 2012. Fui premiado pelo meu segundo lugar no Campeonato Nacional de Triatlo Longo, no Escalão V2. A foto ilustra esse momento, na companhia do Paulo Codinha - meu antigo companheiro de equipa no Belenenses, que obteve a terceira posição. Faltou lá o grande vencedor, o Miguel Fragoso.
Decidi recorrer aos serviços do Doug St. Martin. O Doug é quiroprático e a manipulação que efectuou, simplesmente, eliminou as minhas queixas nos isquiotibiais. Voltei a fazer repetições de 1000m a correr, abaixo dos 3'40"/Km. Contudo, julgo que o ajustamento que necessitei de fazer ao treino, em duas semanas cruciais no planeamento, não me permitirão apresentar-me em Sevilha na plenitude das minhas capacidades. Até lá, logo verei o que irei estabelecer como objectivo para a prova. Mas não será, decerto, nada de muito ambicioso.
Por fim, outra importante decisão: 2013 será ano da minha estreia na distância Iron Man (3,8 Km a nadar; 180 Km de bicicleta e 42,195 Km a correr). Assim, tudo corra pelo melhor durante os 7 meses que tenho pela frente.
O próximo objectivo são os 20Km de Cascais. Irei lá, testar o meu Marathon Pace para Sevilha.
A foto foi cedida por Vitor Fotos
Na Federação de Triatlo realizou-se, recentemente, a eleição para os delegados constituintes da Assembleia-Geral. Fui candidato enquanto representante dos atletas e, também, enquanto representante dos treinadores. Em ambas as categorias, obtive os votos suficientes para ser eleito. Tive assim de optar, e fi-lo pela primeira categoria. Sou assim delegado representante dos atletas no próximo biénio.
No dia seguinte, à tarde foi altura para distribuição dos prémios relativos à temporada de 2012. Fui premiado pelo meu segundo lugar no Campeonato Nacional de Triatlo Longo, no Escalão V2. A foto ilustra esse momento, na companhia do Paulo Codinha - meu antigo companheiro de equipa no Belenenses, que obteve a terceira posição. Faltou lá o grande vencedor, o Miguel Fragoso.
Decidi recorrer aos serviços do Doug St. Martin. O Doug é quiroprático e a manipulação que efectuou, simplesmente, eliminou as minhas queixas nos isquiotibiais. Voltei a fazer repetições de 1000m a correr, abaixo dos 3'40"/Km. Contudo, julgo que o ajustamento que necessitei de fazer ao treino, em duas semanas cruciais no planeamento, não me permitirão apresentar-me em Sevilha na plenitude das minhas capacidades. Até lá, logo verei o que irei estabelecer como objectivo para a prova. Mas não será, decerto, nada de muito ambicioso.
Por fim, outra importante decisão: 2013 será ano da minha estreia na distância Iron Man (3,8 Km a nadar; 180 Km de bicicleta e 42,195 Km a correr). Assim, tudo corra pelo melhor durante os 7 meses que tenho pela frente.
O próximo objectivo são os 20Km de Cascais. Irei lá, testar o meu Marathon Pace para Sevilha.
A foto foi cedida por Vitor Fotos
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sevilha... Também por um canudo!
Depois de ter desistido da minha participação no Campeonato do Mundo de Triatlo Longo, que se disputará em Belfort, em Junho próximo, afigura-se uma nova alteração de planos. Desta vez, é a participação na Maratona de Sevilha que está seriamente comprometida.
Os isquiotibiais fraquejaram e impedem o treino de qualidade que a participação numa maratona exige. Fiz reforço muscular, flexibilidade e a lesão até surgiu na semana de regeneração, portanto, com menos carga. Ainda não percebi porque diabo surgiu. Terá sido das sapatilhas? Apesar de pouco uso, possuem demasiado amortecimento para o meu gosto, pelo que só as utilizo nos treinos mais longos. É uma hipótese!
Mesmo que recupere a tempo de participar, hipotequei nestas duas semanas qualquer ambição de uma marca de qualidade. Tenho corrido, mas com intensidades baixas e moderadas. Tenho tentado compensar os treinos de qualidade na bicicleta de spinning e tenho nadado. Mas não é a mesma coisa.
De qualquer forma irei a Sevilha. Fazer o quê é que ainda não decidi. Muito provavelmente poderei servir de lebre ao Ricardo Silva ou ao João Lourenço durante parte da prova. Na pior das hipóteses ficarei à beira da estrada, de máquina fotográfica em punho.
Tenho de compensar estas sucessivas alterações de planos. Quem sabe um IronMan poderá saciar o desejo de competir nas distâncias longas e constituir o mote para retomar o treino depois de recuperado? Seria também o cumprir de um dos meus objectivos a médio prazo, que estabeleci no ano passado. A ver vamos.
Os isquiotibiais fraquejaram e impedem o treino de qualidade que a participação numa maratona exige. Fiz reforço muscular, flexibilidade e a lesão até surgiu na semana de regeneração, portanto, com menos carga. Ainda não percebi porque diabo surgiu. Terá sido das sapatilhas? Apesar de pouco uso, possuem demasiado amortecimento para o meu gosto, pelo que só as utilizo nos treinos mais longos. É uma hipótese!
Mesmo que recupere a tempo de participar, hipotequei nestas duas semanas qualquer ambição de uma marca de qualidade. Tenho corrido, mas com intensidades baixas e moderadas. Tenho tentado compensar os treinos de qualidade na bicicleta de spinning e tenho nadado. Mas não é a mesma coisa.
De qualquer forma irei a Sevilha. Fazer o quê é que ainda não decidi. Muito provavelmente poderei servir de lebre ao Ricardo Silva ou ao João Lourenço durante parte da prova. Na pior das hipóteses ficarei à beira da estrada, de máquina fotográfica em punho.
Tenho de compensar estas sucessivas alterações de planos. Quem sabe um IronMan poderá saciar o desejo de competir nas distâncias longas e constituir o mote para retomar o treino depois de recuperado? Seria também o cumprir de um dos meus objectivos a médio prazo, que estabeleci no ano passado. A ver vamos.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Belford por um canudo...
Depois de, no ano passado, ter concluído a prova do Campeonato do Mundo de Triatlo Longo, desde logo combinei com os meus parceiros de viagem - Conde, Lamego e Santos, irmos a Belford, em França, no ano de 2013. Será mais um campeonato do Mundo em solo Europeu e, por isso, mais acessível no que respeita a questões logísticas e custos de viagem.
O Hotel estava já reservado mas, conhecidas as normas de participação definidas pela FTP, o cancelamento dessa reserva foi a alternativa que, tristemente, escolhemos.
A participação nestes eventos cinge-se a 20 atletas por nação em cada grupo de idade. Há por isso necessidade de estabelecer um critério e foi isso que a FTP fez, e bem, desde logo.
Contudo, o critério definido, parece-me completamente desajustado. Se não, vejamos:
Há apenas uma prova de qualificação - o Triatlo Longo de Lisboa, que tem um custo elevado - €150,00, e que se disputa cerca de um mês antes da prova francesa.
Existe assim a obrigatoriedade de participar naquela que é a prova mais cara do Campeonato Nacional Longo, numa altura - Maio, em que toda a logística e reservas de alojamento e avião terão de estar concretizadas, com o risco de, um simples furo nos afastar da prova lisboeta e, consequentemente, do Campeonato do Mundo, cuja inscrição também já teríamos pago. Do meu ponto de vista é uma medida, não só injusta, como demasiado arriscada. Por isso, com grande pena minha, estou fora.
Ainda no âmbito do Triatlo Longo, algo que também me custa a entender é a política seguida nas provas do Campeonato Nacional de Triatlo Longo. Este ano, com um novo figurino: 4 provas, das quais contam as melhores 3 classificações. S. Jacinto, em Aveiro, Madeira, Açores e o Triatlo de Lisboa. Sem dúvida, cenários fantásticos e provas apetecíveis e um modelo interessante.
Mas, olhando o exemplo da prova aveirense, verificamos um aumento no valor de inscrição de 100%. Sim, 100%, não é gralha alguma. Em 2012, participar nesta prova custava €25,00, este ano custará €50,00. Estaremos a assistir a uma gasparização, também no Triatlo? Espero, em breve, poder entender o porquê desta medida na nova Direcção federativa. É que até ao momento ninguém ma conseguiu explicar.
O Hotel estava já reservado mas, conhecidas as normas de participação definidas pela FTP, o cancelamento dessa reserva foi a alternativa que, tristemente, escolhemos.
A participação nestes eventos cinge-se a 20 atletas por nação em cada grupo de idade. Há por isso necessidade de estabelecer um critério e foi isso que a FTP fez, e bem, desde logo.
Contudo, o critério definido, parece-me completamente desajustado. Se não, vejamos:
Há apenas uma prova de qualificação - o Triatlo Longo de Lisboa, que tem um custo elevado - €150,00, e que se disputa cerca de um mês antes da prova francesa.
Existe assim a obrigatoriedade de participar naquela que é a prova mais cara do Campeonato Nacional Longo, numa altura - Maio, em que toda a logística e reservas de alojamento e avião terão de estar concretizadas, com o risco de, um simples furo nos afastar da prova lisboeta e, consequentemente, do Campeonato do Mundo, cuja inscrição também já teríamos pago. Do meu ponto de vista é uma medida, não só injusta, como demasiado arriscada. Por isso, com grande pena minha, estou fora.
Ainda no âmbito do Triatlo Longo, algo que também me custa a entender é a política seguida nas provas do Campeonato Nacional de Triatlo Longo. Este ano, com um novo figurino: 4 provas, das quais contam as melhores 3 classificações. S. Jacinto, em Aveiro, Madeira, Açores e o Triatlo de Lisboa. Sem dúvida, cenários fantásticos e provas apetecíveis e um modelo interessante.
Mas, olhando o exemplo da prova aveirense, verificamos um aumento no valor de inscrição de 100%. Sim, 100%, não é gralha alguma. Em 2012, participar nesta prova custava €25,00, este ano custará €50,00. Estaremos a assistir a uma gasparização, também no Triatlo? Espero, em breve, poder entender o porquê desta medida na nova Direcção federativa. É que até ao momento ninguém ma conseguiu explicar.
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